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O sábado segundo a Confissão de Fé de Westminster

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Alguns trechos do artigo “ O sábado segundo a Confissão de Fé de Westminster” (o autor é presbiteriano): “Um erro comum é assumir que o sábado se originou na entrega da lei no Sinai. [...] O sábado foi instituído por Deus no alvorecer da história. Sem dúvida o homem estava presente e, significativamente, foi o primeiro dia completo de sua vida sobre a terra (Gn 2.1-3). [...] “O sábado, portanto, não é uma ordenança estritamente mosaica. Sua origem está enraizada na própria criação e, como o casamento, é uma instituição altamente significativa para a raça humana. Suas bênçãos temporais podem ser apreciadas por toda a humanidade, e suas bênçãos espirituais são prometidas a todos que a procuram, até os ‘eunucos’ e ‘os estrangeiros que se chegam ao Senhor’ (Is 56.1-8). [...] “Cristo declarou que ele não tinha vindo para destruir a lei; segue-se, portanto, que ele não tinha vindo para destruir ou abolir o sábado (ver Mt 5.17). [...] O conflito entre Cristo e os fariseus deve ser enca...

Sagrado e secular

“Um dos maus hábitos que adquirimos desde cedo na vida é separar as coisas e pessoas em duas categorias: secular e sagrado. Pressupomos que o secular é o que está mais ou menos sob nossa responsabilidade: trabalho, tempo, lazer, governo, relações sociais. O sagrado está sob a responsabilidade de Deus: a adoração e a Bíblia, o céu e o inferno, a igreja e as orações. Assim, projetamos um lugar sagrado para Deus, designado, dizemos, para honrá-lo, mas na verdade é uma tentativa de manter Deus no lugar dele, enquanto ficamos livres para dar a palavra final sobre todo o restante que acontece na vida.” – Eugene H. Peterson, “Introdução aos livros dos profetas”, em A Mensagem: Bíblia em linguagem contemporânea (Vida, 2011), p. 932