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O sábado segundo a Confissão de Fé de Westminster

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Alguns trechos do artigo “ O sábado segundo a Confissão de Fé de Westminster” (o autor é presbiteriano): “Um erro comum é assumir que o sábado se originou na entrega da lei no Sinai. [...] O sábado foi instituído por Deus no alvorecer da história. Sem dúvida o homem estava presente e, significativamente, foi o primeiro dia completo de sua vida sobre a terra (Gn 2.1-3). [...] “O sábado, portanto, não é uma ordenança estritamente mosaica. Sua origem está enraizada na própria criação e, como o casamento, é uma instituição altamente significativa para a raça humana. Suas bênçãos temporais podem ser apreciadas por toda a humanidade, e suas bênçãos espirituais são prometidas a todos que a procuram, até os ‘eunucos’ e ‘os estrangeiros que se chegam ao Senhor’ (Is 56.1-8). [...] “Cristo declarou que ele não tinha vindo para destruir a lei; segue-se, portanto, que ele não tinha vindo para destruir ou abolir o sábado (ver Mt 5.17). [...] O conflito entre Cristo e os fariseus deve ser enca...
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“Os anuários da [IASD] citam mais de vinte outras mulheres que serviram como ministras [isto é, pastoras] licenciadas entre 1884 e 1904 – as duas primeiras décadas do anuário. [...] Minnie Sype [1869-1956], por exemplo, fundou pelo menos dez igrejas. E, além de seu trabalho evangelístico, ela desempenhou funções ministeriais como a realização de batismos, casamentos e funerais.” – George R. Knight, Para Não Esquecer, Meditações Diárias 2015, 20 de novembro (Imagem: Minnie Sype)

MULHERES DE PODER – 1

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(Meditações Diárias, 20 de novembro) “Não pode haver […] nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gálatas 3:28). “Ela realizou mais nos últimos dois anos do que qualquer pastor do estado. […] Sou […] favorável a conceder [uma] licença para a Sra. Lulu Wightman pregar e, se o irmão W. for um homem capaz e trabalhar com a esposa, prometendo se transformar em um obreiro de êxito, sou a favor de dar uma licença para ele também.” Essas foram as palavras do pastor S. M. Cobb, ao escrever para o presidente da Associação de Nova York, em 1897. Uma vez que a maioria dos ministros adventistas é do sexo masculino, poucos reconhecem a contribuição feita à igreja por mulheres que têm servido como ministras [isto é, pastoras] e em outras funções. Sem dúvida, o papel de Ellen White foi central para a fundação e o desenvolvimento do adventismo. Embora a denominação nunca a tenha ordenado formalmente, desde 1872, ela possuía uma credencial de ministra ordenada. Cre...

Veganismo e adventismo

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Muitos adventistas têm usado a palavra “veganismo” como sinônimo da alimentação incentivada por Ellen White (veja, por exemplo, http://goo.gl/es9xqk ). Esse é um equívoco bastante sério. Veganismo, por definição, NÃO se limita à alimentação, mas é uma ampla filosofia de vida baseada numa cosmovisão panteísta e/ou evolucionista, e defende pontos de vista antibíblicos sobre os animais e a natureza em geral. A alimentação proposta por Ellen White tampouco é o vegetarianismo (segundo a definição técnica desta palavra). Confira a imagem abaixo para compreender as diferenças entre veganismo, vegetarianismo, lactovegetarianismo, ovolactovegetarianismo e flexitarianismo. Ellen White foi flexitariana até o fim de sua vida. Até a década de 1890 (três décadas após a visão da reforma de saúde), ela comia carne vermelha com alguma frequência, mas depois isso se tornou bastante raro. Além disso, quando lemos os escritos de Ellen White, precisamos atentar para dois fatos: 1 – “Ellen White fazia...

Sagrado e secular

“Um dos maus hábitos que adquirimos desde cedo na vida é separar as coisas e pessoas em duas categorias: secular e sagrado. Pressupomos que o secular é o que está mais ou menos sob nossa responsabilidade: trabalho, tempo, lazer, governo, relações sociais. O sagrado está sob a responsabilidade de Deus: a adoração e a Bíblia, o céu e o inferno, a igreja e as orações. Assim, projetamos um lugar sagrado para Deus, designado, dizemos, para honrá-lo, mas na verdade é uma tentativa de manter Deus no lugar dele, enquanto ficamos livres para dar a palavra final sobre todo o restante que acontece na vida.” – Eugene H. Peterson, “Introdução aos livros dos profetas”, em A Mensagem: Bíblia em linguagem contemporânea (Vida, 2011), p. 932

HIPERLINKADOS - No Limite

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HIPERLINKADOS - Boas Obras

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